Semana será marcada por pressão de sindicatos no Planalto e votações que impactam diretamente a vida do trabalhador brasileiro
A semana em Brasília começa com os olhos voltados para mudanças profundas na rotina de quem trabalha. O Congresso Nacional deve votar projetos que são prioridade para o governo, como a alteração na jornada de trabalho, o polêmico fim da escala 6x1, e a regulamentação para motoristas e entregadores de aplicativos.
Na quarta-feira (15/04), a pressão popular deve aumentar com a Marcha da Classe Trabalhadora. Lideranças sindicais vão se reunir com o presidente Lula no Palácio do Planalto para exigir avanços nos direitos trabalhistas e melhores condições de vida, focando especialmente na redução dos dias trabalhados por semana.
Enquanto o Legislativo decide o futuro do trabalho, o Judiciário também se movimenta. A ministra Cármen Lúcia renunciou antecipadamente à presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para garantir uma transição tranquila. O ministro Kassio Nunes Marques deve assumir o comando da Corte para as próximas eleições.
No Supremo Tribunal Federal, o clima é de tensão com o depoimento do ex-deputado Eduardo Bolsonaro, marcado para terça-feira (14/04). Ele será interrogado por videoconferência pelo ministro Alexandre de Moraes em um processo que investiga coação à Justiça no caso da trama golpista.
Lula também cumpre agenda administrativa antes de viajar para o exterior. O presidente assina o decreto do reembolso-creche para terceirizados do governo federal e sanciona o novo Plano Nacional de Educação, que define metas para o ensino brasileiro até o ano de 2036.
Ao final da semana, o presidente embarca para uma viagem oficial pela Europa. O roteiro inclui passagens pela Espanha, Alemanha e Portugal, onde participará de fóruns sobre democracia e da maior feira industrial do mundo, buscando fechar novos acordos comerciais para o Brasil.
Blog Oxente News, 13/04/26
.jpg)
Nenhum comentário:
Postar um comentário