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sexta-feira, 12 de dezembro de 2025

Motorista Vira Réu Por Atropelar e Arrastar Mulher Por 1 Km Em SP

Douglas Alves da Silva, 26, virou réu por tentativa de feminicídio e homicídio em São Paulo, acusado de atropelar e arrastar Tainara Souza por 1 km.

Foto: Reprodução Rede Sociais 

A Justiça de São Paulo aceitou a denúncia e transformou Douglas Alves da Silva, de 26 anos, em réu. Ele é acusado das tentativas de feminicídio e homicídio após atropelar Tainara Souza Santos e um homem, arrastando Tainara por mais de um quilômetro até a Marginal Tietê.

O caso, que chocou a capital paulista, segue agora para as próximas etapas na 2ª Vara do Tribunal do Júri da Capital. Tainara, que sobreviveu ao ataque, teve as duas pernas amputadas, mas foi salva graças ao rápido socorro médico.

O Dia do Crime: Discussão e Atropelamento Brutal

Segundo a acusação do Ministério Público, Douglas avançou de carro contra Tainara Souza Santos e um homem. Enquanto o homem conseguiu se desviar, Tainara ficou presa debaixo do veículo e foi arrastada por uma longa distância. Testemunhas afirmam que Douglas e Tainara tiveram uma briga pouco antes do ocorrido.

O promotor Leonardo Sobreira Spina, responsável pela denúncia, afirmou que Douglas agiu por um “motivo torpe” e usou de um “meio cruel” no ataque, dificultando totalmente a defesa das vítimas. A promotoria argumentou que os indícios do inquérito confirmam a existência dos crimes e a autoria, justificando a manutenção da prisão do acusado para garantir a ordem pública e a segurança das vítimas e testemunhas.

“Os elementos do inquérito comprovam a existência dos crimes e há indícios suficientes de autoria. Há risco à ordem pública, à instrução criminal e à aplicação da lei penal caso o réu fosse solto.” - Trecho da nota do Ministério Público.

Versão do Passageiro e A Prisão de Douglas

Kauan Silva Bezerra, que estava no carro com Douglas no momento do crime, deu um depoimento que joga luz sobre os acontecimentos. Ele contou que, após uma briga entre Douglas e Tainara em um bar na Vila Maria, Douglas deu uma volta e acelerou em direção à vítima.

Kauan relatou ter gritado com Douglas e até batido no painel do carro várias vezes, implorando para que ele parasse. Douglas só diminuiu a velocidade quando Kauan ameaçou se jogar do veículo. O advogado de Kauan, Matheus Lucena, afirmou que seu cliente está “profundamente abalado” e recebendo acompanhamento médico.

A prisão de Douglas aconteceu no dia seguinte ao crime, em um hotel na Vila Prudente, em São Paulo, SP. A Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que o acusado resistiu à abordagem policial e tentou avançar contra um dos agentes, sendo atingido e contido. Ele foi hospitalizado e depois levado à delegacia.

A Defesa de Douglas e Acusações de Agressão

Durante a audiência de custódia, Douglas Alves da Silva negou conhecer Tainara.

“Não conhecia, nunca nem vi na minha vida. Não briguei com ela. Não foi querendo (que a atropelei).” - Douglas Alves da Silva, em depoimento.

Já seu advogado, Marcos Leal, declarou que Douglas está “mega arrependido” e sugeriu que a motivação do ato teria sido uma briga no bar, onde Douglas “tomou uma garrafada”.

Após sua prisão, Douglas também alegou ter apanhado dos policiais. Contudo, a SSP rebateu a acusação, afirmando que a abordagem “cumpriu todos os requisitos necessários e foi realizada dentro dos parâmetros de legalidade”. A família de Douglas, por sua vez, teria relatado estar recebendo ameaças.

Com a decisão da Justiça de São Paulo, Douglas Alves da Silva se torna réu por crimes gravíssimos, e o processo judicial seguirá para determinar sua responsabilidade e a pena cabível diante de um caso que marcou pela violência e crueldade.

do Portal ChicoSabeTudo
BLOG OXENTE NEWS, 12/12/25

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