Peça-chave no caso das joias de Jair Bolsonaro, Mauro Cid aceitou falar à Polícia Federal (PF) em depoimento prestado nesta quinta-feira
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| Vinícius Schmidt/Metrópoles |
Peça-chave no caso das joias de Bolsonaro, Mauro Cid aceitou falar à Polícia Federal (PF) em depoimento nesta quinta-feira (31/8). A postura diverge da adotada pelo ex-presidente, por Michelle Bolsonaro, Frederick Wassef, Fabio Wanjgarten e Osmar Crivelatti, também investigados no caso.
Todos os cinco se recusaram a depor, frustrando a coleta de depoimentos simultâneos planejada por investigadores. Já Cid aceitou falar. E não foi pouco.
O depoimento, que começou às 11h, prosseguia até as 12h30. Advogado de Cid, Cezar Bittencourt chegou dizer que Bolsonaro ordenou a venda de presentes, em entrevista à revista Veja. No dia seguinte, contudo, voltou atrás.
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| Michelle se recusou a falar |
Investigadores ouvidos acreditam que Cid terá uma postura cada vez mais colaborativa, com intuito de reduzir sua pena em caso de eventual condenação. A postura divergente da de Bolsonaro, hoje, mostraria um passo nesse sentido.
No documento que informou à PF a intenção de permanecer em silêncio, sete advogados que representam Bolsonaro e aliados alegaram que os esclarecimentos já foram prestados por pelo ex-presidente em 5 de abril.
No STF, o caso tem relatoria do ministro Alexandre de Moraes.
Por Paulo Cappelli
Blog SNP, 31/08/2023



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